Jericoacoara: Uma experiência no paraíso

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Fala galera, vamos falar de Jericoacoara? Sempre vi muita gente falando maravilhas de lá, mas nunca entendia direito o que era aquela paixão que todos traziam na volta. A paz que aquele lugar transmite é algo indescritível, experimentamos de perto e sim, é realmente encantador como todos diziam.

Praia de Jericoacoara, ao fundo a Duna do Pôr do Sol
Praia de Jericoacoara, ao fundo a Duna do Pôr do Sol

Fomos para o Ceará nas férias de julho de 2016. Planejamos ficar ao todo 7 dias, sendo 5 em Jeri. Como a viagem de Fortaleza até lá é muito longa, algo em torno de 6 horas e quando fomos ainda não tinha o aeroporto (A Azul tá com voos direto para lá! Veja se sua cidade está no roteiro aqui). Optamos por chegar com calma na capital cearense e só ir para o paraíso no outro dia, na volta decidimos fazer o mesmo processo, ficamos uma noite em Fortaleza.

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Fortaleza

Como já dito, na época o aeroporto de Jeri não estava pronto e havia apenas um voo por dia partindo de Recife, todos chegavam às 14h em Fortaleza, achamos que seria um péssimo horário para irmos à Jericoacoara, não seria vantagem, até pelo fato de que não conhecíamos a estrada e por isso não achamos muito seguro encará-la a noite (queríamos ir pela manhã).

Fomos pela empresa Fretcar, ela praticamente domina o serviço de transfer entre as duas cidades, existem outros meios de transportes até lá, como Pick-ups, mas achamos que seria desconfortável, além de ser bem mais caro. Uma outra opção é alugar um carro e correr o risco de atolar no caminho por conta dos trechos de areia “fofa”. Sobre o transporte de ônibus, haviam 3 horários de saída (manhã, tarde e noite). Compramos antecipadamente pela internet, algo em torno de R$ 160 ida e volta. Escolhemos a opção de retirar os vouchers no guichê da empresa na Avenida Beira Mar, na frente do clube Náutico Atlético Cearense. Para quem desejar, depois fiquei sabendo, também é possível trocar os vouchers diretamente no guichê do aeroporto.

Dica: Como somos amantes de sorvete, aproveitamos que estávamos na Av. Beira Mar e tomamos um em uma sorveteria super conhecida de lá que tem mais de 50 sabores, não poderíamos perder essa oportunidade, achamos o preço um pouco salgado e sinceramente, já tomamos sorvete melhores.

Pegamos uma diária em um hotel bem legal no bairro de Meireles, o Alfinin, fica bem pertinho da Av. Beira Mar, fomos andando e trocamos as passagens sem muitos problemas.

Chegando e conhecendo Jeri

Com horários pré determinados, o ônibus passa em 3 lugares: rodoviária, aeroporto e na av. Beira Mar, em Meireles. Optamos por pegar na 3ª opção, por ser perto do hotel que ficamos (foi um dos motivos que optamos por ele). Vale ficar bem atento, pois o transfer foi bem pontual. Saímos às 8h30 da manhã e seguimos até a cidade de Acaraú, a 255 km de Fortaleza, o ônibus fez uma parada para almoço no restaurante Castelo Encantado, ele literalmente é um castelo, bem temático, e a comida é estilo self-service, muito boa por sinal, tinha que ser mesmo porque o preço era um pouco salgado, ficamos em torno de 40min até seguimos viagem, depois dessa parada (a única) chegamos ao destino final que era Jijoca de Jericoacoara, é lá que começa a parte “roots” da viagem. Como não existe asfalto em Jericoacoara, fica inviável para o ônibus chegar até lá, a única forma de levar a galera é pegando uma jardineira, tipo um “pau de arara”.

Jardineira, meio de transporte utilizado para chegar em Jeri
Jardineira, meio de transporte utilizado para chegar em Jeri

Dica: não demore muito para sair do ônibus, fique de olho na sua bagagem para conferir se eles colocaram em cima da jardineira (se for mochila, melhor ainda, que você leva no colo ou coloca embaixo dos pés) e tente pegar o lugar do meio e mais a frente, na volta fomos atrás, por causa da suspensão parecia que estávamos em um pula-pula. E o fato de evitar as pontas, como a jardineira não tem portas, não achamos muito seguro hehehe. Depois dessa longa estrada (coisa de 1h30/2h), passando pelo município de Preá (onde foi feito o Aeroporto) conseguimos chegar em Jericoacoara por volta das 15h30 e o guia que estava dentro da jardineira, que não parou de falar um minuto durante todo o trajeto hahaha, nos informou que teríamos uma cortesia. Ele convidou todos para ver o pôr do sol na Pedra Furada, mas para isso, teríamos que está na frente da empresa às 16h. Então corremos para a pousada, deixamos as nossas coisas e voltamos para acompanhar a pequena trilha. A Pedra Furada é relativamente perto da cidade e da para ir andando de boa, mas também há charretes que fazem o percurso de ida e volta. Foi super válido esse passeio, apesar do cansaço da viagem, o nosso final da tarde foi encantador e a maré tava mais que ideal.

Pedra Furada
Pedra Furada

Como Jericoacoara só tem 5 ruas, foi super simples encontrar a Pousada do Maurício (onde ficamos hospedado) ainda mais ela ficando na rua principal, bem próximo a pracinha, foi fácil, fácil! A localização dela é a melhor possível, pertinho da praia, ponto pra ela! E ganhou mais ponto pela comida, o café da manhã é ótimo e eles oferecem uma coisa massa para os hospedes, você pode pedir para fazer omelete e o recheio, você quem escolhe (tem presunto, queijo, verduras…), infelizmente só descobrimos isso no terceiro dia. Outra cortesia que eles oferecem é um happy hour por volta das 17h, para que os hospedes possam interagir, bacana, né não?

Praça Principal de Jericoacoara
Praça Principal de Jericoacoara

Não leve sapatos!

Dica primordial: não levem sapato, use sandálias, porque as ruas de lá não são asfaltada, estamos em contato com areia o tempo todo (parece estressante, né? Mas é nada! esse é só mais um charme de Jeri). E foi a noite que percebemos a coisa mais incrível, lá você não encontra nenhum poste de iluminação pública. Toda a cidade é iluminada pelos restaurantes e pelas casas, deixando um clima super indescritível.

Desvendando Jericoacoara

"Vamos colorir a vida!" Praia principal de Jericoacoara
“Vamos colorir a vida!” Praia principal de Jericoacoara

O segundo dia foi o dia das descobertas, fomos conhecer a praia em frente a cidade, andamos um pouco nas ruas e já fomos mapeando os restaurantes legais para conhecermos. Depois disso tudo, claro que fomos apreciar o belo pôr do sol das dunas de Jeri. Assim como praticamente todos que estavam na cidade, exceto no primeiro dia, fizemos isso em todos os restantes, às 17h40, como um ritual.

Duna do Pôr do Sol

Duna do Pôr do Sol
Duna do Pôr do Sol

A noite conhecemos de leve um pouco do que a cidade tinha a nos oferecer, nosso objetivo principal era pesquisar as empresas que faziam os passeios, elas estão espalhadas por toda a cidade (como o principal comércio são os passeios, mesmo a noite, praticamente todos os quiosques estavam abertos), pesquisamos, mas não tínhamos condições de fazer escolha naquele momento (estávamos todos bem cansados), mas foi bom que tivemos uma pequena noção de valores e como funcionava os esquemas. E assim, partimos para a pousada, o combinado era acordar super cedo para aproveitar o máximo daquele paraíso.

Performances artísticas
Várias performances artísticas estão presentes por toda a cidade
Pela noite são os bares e restaurantes que iluminam e agitam toda a cidade
Pela noite são os bares e restaurantes que iluminam e agitam toda a cidade

Os passeios

Seu Otacílio, melhor guia de Jeri
Seu Otacílio (a esquerda), o melhor guia de Jeri

Viajamos com um casal de amigo, o que foi muito bom para dividirmos os passeios. Existem dois tipos de passeios para se fazer em Jericoacoara, o do lado oeste e o do lado leste.

Alimentação: Indicamos sempre tomar um café bem reforçado e já que os passeios duram praticamente o dia todo, a dica é sempre levar comida e água. Nos compramos um cooler de isopor em um mercadinho, fui super útil. Pesquisamos bastante sobre os passeios durante a primeira noite. Procuramos além de preços analisar a segurança oferecida e depois de andar em praticamente todos, vimos que o valor não diferenciava muito uma da outra e optamos por fechar com mais em conta e que transmitia mais segurança, a Cooperativa dos Bugueiros de Jericoacoara, que fica ao lado da nossa pousada, em frente a pracinha. Acertamos os valores, algo em torno de R$ 240, isso dividido por nós quatro, saiu baratinho, e marcamos pra sair no outro dia logo cedo.

Ah, é possível fazer os passeios em Pick-ups, que sai mais barato porém achamos que ficar dentro de um carro fechado não era tão divertido. E sem contar que não teríamos a liberdade de ficar “entre nós” porque a capacidade é algo em torno de 8 pessoas, e como fechamos um buggy tínhamos a liberdade de ficar nos locais o tempo que desejássemos. Outra opção é alugar quadriciclos, mas é uma escolha mais cara, o preço do aluguel para um casal era praticamente o valor que pagamos pelo buggy para até 5 pessoas.

Dica: Opte por sair cedo, por volta das 8h tá ótimo, 9h no máximo (já considerando tarde hehe). E mais tarde que isso, você corre o risco de pegar os locais lotados e não conseguir nem uma cadeirinha para se sentar hehe.

Passeio lado leste

Esse passeio inclui a Lagoa Azul e a Paraíso, Árvore da Preguiça e a Pedra Furada.

Lagoa Paraíso só nossa! (por um tempo)
Lagoa Paraíso só nossa! (por um tempo)

Primeiro fizemos o passeio leste, o nosso bugueiro, Seu Otacílio, sugeriu uma ideia massa, fazer o roteiro ao contrário, sendo assim, formos os primeiros a chegar no local mais bacana do primeiro dia de passeio, a lagoa, que por haver dois trechos, ganha dois nomes Azul e a Paraíso.

Lagoa Paraíso
Lagoa Paraíso

Sobre a Lagoa Paraíso, tivemos ela só nossa por uns 40 minutos. Lá é possível encontrar restaurantes, e cada um tem sua área dentro da lagoa, tem para todos os tipos de bolsos, a mais famosa é a Alchymist Beach Club, mas preferimos ir para a Nova Esperança, uma mais “acessível”.  Lá é muito legal, a água é cristalina com areias fininhas, as famosas redinhas dentro d’água e é possível alugar stand-up paddle ou caiaque bem baratinho, 30 minutos por 10 reais. Além disso, há palhoções com esteiras e cadeiras pra você ficar “relax”.

Lagoa Paraíso
Lagoa Paraíso

Optamos por ficar bem a vontade, também foi uma sugestão do motorista, existem outros que estipulam horário pra ficar em cada lugar, mas como já havíamos ido para a Pedra Furada no dia anterior, preferimos ficar um período maior na Paraíso. Depois de bastante tempo, fomos visitar a Azul, uma lagoa mais rústica e ponto de parada para os passeios de buggy, porém a vazão estava extremamente baixa, não tava nada bonito, mas não sabemos em outras épocas do ano.

Árvore da Preguiça
Árvore da Preguiça

No sentido voltando para Jeri, seguimos em direção a Árvore da Preguiça, um outro cartão postal do passeio, localizada na Praia do Preá. Poucas árvores resistem ao forte vento da praia e seu nome se deu devido a dificuldade que Árvore tem em se erguer, parece que ela está deitada, ao todo ela tem por volta de 4 metros.

Passeio lado oeste

Entrada do município de Camocim
Entrada do município de Camocim

Esse segue em direção a praia de Tatajuba, no município de Camocim. Para a partida o ideal é sair no mesmo horário do dia anterior, por volta das 8h. O caminho é até um pouco mais longo, mas pode ficar tranquilo que é um passeio em tanto. A primeira parada é visitar o viveiro de cavalos marinho, mas achamos isso muito estressante para os bichinhos e pulamos essa parte do passeio.

Travessia do Rio Guriú
Travessia do Rio Guriú

Fomos direto para a travessia do rio Guriú, tudo é feito bem rusticamente por balsas improvisadas. Chegando ao lado oposto, entramos no manguezal, lá tem várias barraquinhas e é feito uma pequena parada para fotos nos balanço pendurados nos galhos das árvores do mangue ou para tomar algo, e pasmem, havia wi-fi exatamente no meio do nada, e eles aceitavam cartão.

wi-fi no manguezal
wi-fi no manguezal

Um mundo de dunas, é isso que você encontra logo após. É bem legal porque os nativos da região alugam pranchas para você fazer o famoso “skibunda”, está no meio das dunas e não fazer isso não vale, né? Tem que fazer! O valor era R$10 por pessoa, mas você pode descer quantas vezes conseguir (descer todo santo ajuda, né? O problema é subir as dunas haha). Nós só conseguimos umas 4 vezes, mas quem sabe, você pode conseguir mais. Depois de muita adrenalina e sobes e desces nas gigantes dunas, chegamos a Lagoa Grande.

Uma imensidão de areias
Uma imensidão de areias

Lá é o mesmo esquema das outras lagoas, mas essa é bem legal porque você pode pegar uma mesa dentro d’água, literalmente. O seu tamanho honra o nome que recebe, é a perder de vista, um verdadeiro oceano de água doce. Ficamos na Barraca do Robério, foi ótimo porque negociamos diretamente com ele o almoço, fica a dica de quando chegar a lagoa, já procurar deixar o almoço reservado. O peixe completo para 4 pessoas com as guarnições, sairia por R$ 110, mas negociamos por R$ 90. Seu Otacílio, paciente como sempre, foi ótimo, ficamos lá até enjoar. Voltamos perto do pôr do sol na mesma adrenalina nas dunas. hahaha

Lagoa Grande, um oceano de água doce
Lagoa Grande, um oceano de água doce
Negociando o almoço diretamente com o Robério
Negociando o almoço diretamente com o Robério

Comidas, para todos os gostos e bolsos

SambaRock Café
SambaRock Café

Culinariamente falando, Jeri tem de tudo, é impressionante a variedade de coisas, tem pizza, sushi, pastel de arraia, hambúrguer etc. 5 dias foi impossível comer tudo, até porque haja dinheiro, heim? Graças a Deus nas nossas escolhas deu tudo certo, tudo muito gostoso, sério mesmo. Restaurantes tem pra todo tipo de público, desde os mais agitados, como o SambaRock Café, até os mais intimistas, como Na Casa Dela, que foi o nosso predileto, ideal para quem vai em casal. Pra balada, quem gosta de um forrozinho, tem o Dona Amélia, né atoa que o nome da rua que o restaurante é encontrado é rua do Forró. E na praia tem pra mais de vinte daqueles carrinhos que vendem “batidas”, eles fecham um circulo e rola a maior rave (tem coisas que é indescritível mesmo, só estando lá para saber hehe).

O intimista Na Casa Dela. Foto: Facebook
Um dos milhares de bistrôs de Jeri
Um dos milhares de bistrôs de Jeri

É possível encontrar muitas coisas gostosas nos vendedores ambulantes nas ruas de Jeri, nessas descobertas encontramos o pastel de arraia, muito bom, vale a pena experimentar. Outra surpresa é um rapaz que vende pão de queijo recheado, sempre às 16h ele parte de casa em direção a praça principal, é bom comprar logo, porque dificilmente ele chega com algum até o final do percurso. Como somos espertos, descobrimos onde ele fabrica e todos os dias íamos lá.

Freddyssimo é uma ótima opção!
Freddyssimo é uma ótima opção!

E o nosso ponto fraco? Sorvete. Lá tem o a sorveteria Gelato & Grano, na nossa postagem sobre sorvetes falamos um pouco sobre ela. É sensacional! Pelo menos duas vezes ao dia estávamos por lá, são milhares de sabores, um melhor que o outro, então fica ligado, vale a pena provar!

O melhor sorvete de Jericoacoara!
O melhor sorvete de Jericoacoara!

Depois de curtir todos esses 5 dias maravilhosos, chegou a hora de voltar. Foi bem triste, confesso hehehe. Chegamos em Fortaleza a noite, escolhemos um hostel pertinho do aeroporto e logo quando amanheceu, tomamos café e seguimos de volta para Recife. Mas com aquela certeza de que voltaremos em breve.

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8 Comentários
  1. Ivandro 1 semana atrás
    Responder

    Oi pessoal! Quanto tempo dura cada passeio desse (leste e oeste)? To indo conhecer Jeri esse final de semana, saindo de Recife direto para o aeroporto de lá. Vai ser uma viagem curta, chego na sexta e volto domingo. Por isso talvez tenha que escolher entre um passeio e outro. Pelos atrativos que vocês mostram, julgo que o leste é melhor. Estou certo?

    • Eduardo Mafra 1 semana atrás
      Responder

      Ivandro, nosso horário de saída era por volta das 8h e voltávamos umas 16h – 16h30, claro que é tempo de sobra porque ficamos bem a vontade nos locais. E nos outros dias que não fizemos passeios, observamos que os buggys começavam a voltar nesse horário.

  2. Sarah Gomes 1 semana atrás
    Responder

    Nossa que demais esse passeio somos apaixonados por conhecer esse lugar e ainda vamos, belas dicas e fotos parabéns!

    • Eduardo Mafra 1 semana atrás
      Responder

      Muito obrigado Sarah! Quando tiveres a oportunidade, vai lá mesmo, vale muito a pena! É incrível! 🙂

  3. Ivandro 1 semana atrás
    Responder

    Oi pessoal! Estou indo de Recife, no novo voo direto, passar esse final de semana lá. Como a viagem é curta, vocês acham que daria para fazer os dois passeios no sábado? Se não rolar e tiver que escolher, acredito que o leste seja mais interessante, né? Chego na sexta à tarde, então esse primeiro dia deve ser igual ao primeiro de vocês. Fico no sábado, faço os passeios, aproveito a noite e volto domingo à tarde, com voo às 15h (será que daria para fazer um passeio de 8h às 12h no domingo?)

    • Eduardo Mafra 1 semana atrás
      Responder

      Oi Ivandro! Que massa que tu vai! Olha, acho muito difícil fazer os dois no mesmo dia, pode até ser possível, mas ficaria extremamente corrido. Eu diria que não vale a pena, também não sei se algum bugueiro faria isso. Quando chegar lá, ou antes mesmo, entra em contato com Seu Otacílio (88) 9939.8822 ou (88) 8865.841, provavelmente ele não deve lembrar de nós, mas diz que pegou o contato conosco, vai que lembra. Vocês podem perguntar se ele consegue fazer o passeio lado oeste até às 12h, como a Lagoa Grande é um pouco mais distante, vai ficar bem corrido. O Passeio lado leste é bem melhor sim, se for pra escolher um, é essa a melhor opção.
      E é uma boa ideia ir na Pedra Furada quando vocês chegarem, o pôr do sol de lá é incrível e no sábado vocês curtem o da Duna. Ela é fácil de achar e é uma trilha curta, pergunta pro pessoal da cidade que eles ensinam o caminho. Só a volta que é uma “subidinha”, então guarda o fôlego hehe.

      Boa viagem e divirtam-se! 😀 Abração!

  4. Gilberto Gomes Ribeiro 1 semana atrás
    Responder

    Que legal Eduardo. Você descreve de uma maneira que parece que estou revivendo tudo! Jeri é assim mesmo como você descreveu: magia pura!

    • Eduardo Mafra 1 semana atrás
      Responder

      Muito Obrigado Gilberto! Sempre fica aquela vontade de voltar lá, né? Quem sabe um dia. Abraço!

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